“Fato Consumado” (13/10/2011)

Duas almas na incerteza do amanhã
A beira da impossibilidade do “nós”
Tatearam as saliências de seus corpos
Salivaram desejos por toda pele
Descobriram os limites do prazer
Para abandonar todos os pudores
Mergulhados na satisfação mundana
A simplicidade da nudez
O primitivo instinto de querer mais
Abstinência do tempo pelo eterno
As marcas dos arranhões nas costas
A paixão maior que a razão
Saciar a chama até o último fôlego
Traíram as certezas do futuro
Ao consumar a vida com o agora

Ass: Danilo Mendonça Martinho

6 comentários em ““Fato Consumado” (13/10/2011)

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