“Sacrifícios” (01/05/2011)

Beira tudo que é lágrima
E salta para o abismo
Mergulha no véu branco da alma
Salga a boca doce
Inunda todas as palavras
Escorre pelas cicatrizes
Ecoa onde nunca cheguei

A tua queda é o infinito
A dor, todo o viver
Onde meus olhos não visitam
Paira sobre tudo de mais sensível
Jamais será uma posse
És feita de liberdade
Resta apenas, também precipitar-me

Ass: Danilo Mendonça Martinho

15 comentários em ““Sacrifícios” (01/05/2011)

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