“Meio termo” (11/04/2011)

Podemos criar planilhas, fazer uma análise de risco. Podemos buscar opiniões de amigos e desconhecidos. Podemos buscar aprovação, debater com as paredes, ensaiar discursos, fundamentar argumentos. Podemos listar os prós e contras, imaginar futuros, basear-se em experiências passadas. Podemos procurar razões, cálculos, uma garantia. Podemos listar desculpas, motivos, teorias. Podemos tentar justificar nossas escolhas.
Mas nada jamais substituirá o sentimento. Ou se quer ou não. Você conhece todas suas respostas, a emoção vive nos extremos. O sentir pode não ser fácil, mas não fica no meio do caminho.

Ass: Danilo Mendonça Martinho

9 comentários em ““Meio termo” (11/04/2011)

  1. O que fica no meio caminho são as pedras, e Drummond sabe muito bem disso rs..Nossa vida (lê-se: minha vida) não se baseia em termos, meios-termos, muitos menos completos-termos. Ou é ou não é, como dizes. Belo texto, gostei do seu lado prosa. (:

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  2. Verdade indiscutível, o que se sente não se nega, não se esconde, é parte indiscutível de nosso ser.E sentimentos não podem ficar no meio do caminho como também não pode haver um meio sentir.

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