“Não há” (04/12/2010)

São os vazios nos olhos
Os anéis nos dedos
As friezas dos corpos
A palavra que se perde

Na falta da poesia
Na impossibilidade do contato
No vácuo das almas
O verso não rima

A canção silencia
Uma disritmia sentimental
Uma mente que não pertence
Ao poema que me desfaço

Ass: Danilo Mendonça Martinho

7 comentários em ““Não há” (04/12/2010)

  1. Quem sabe poeta, que assim como eu tiveste uma letra de seu alfabeto afanada pelo amor que se foi… Volta e meia é preciso ir ao sótão das lembranças extraviadas e resgatá-la. Você faz isso com muita sabedoria! Abraço meu!

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