“Edifício” (28/10/2010)

Arranha, céu
Como arame farpado
Como cair da bicicleta
Sangra
Toda fragilidade da vida
Toda ingenuidade infantil
Cresce
A inevitável revolta
A perda da alergia
Sobrado
Não há o que recupere
Marcas na carne viva
Pulsa
Uma veia de esperança
Uma resistência abandonada
Suspira
Vozes sem eco
Palavras sem par
Sem teto
Desconstruímos a morada
Somos um por andar

Ass: Danilo Mendonça Martinho

3 comentários em ““Edifício” (28/10/2010)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s