“Âmago” (25/10/2010)

Sou todo coração
Pulso lágrimas
Pulso sangue
Involuntário, não inocente
Ataco se for preciso
Ameaço desistir
Dores agudas
Angústias incuráveis
Exijo respeito
Não venha magoar
Não queira me negar
Saio pela boca
Reivindico meu amor
Sem ele, sou nada

Ass: Danilo Mendonça Martinho

5 comentários em ““Âmago” (25/10/2010)

  1. Gosto carinhosamente da forma como escreves.”Reivindico meu amorSem ele, sou nada”Olha, fiquei incomodada com esse final. Percebi que deixei de reivindicar meu amor muitas vezes. E muitas vezes não reivindiquei o amor, simplesmente amor, não o meu, mas aquele está no outro. Deixei que o outro matasse amor em si mesmo.

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  2. Com certeza! Eu acho um pouco delicado ver o ser humano baseado nos números, ou até mesmo a comparação do número com o ser. Todos nós somamos e nos dividimos. Somos milhares em um. Somos todos os sentimentos do mundo. Somos até mesmo, essa complexidade da vida que tanto procuramos. Uma família pode ser um e um pode ser nenhum. E no final, o amor prevalece. Senão, a solidão.

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