“Sinestesia” (08/06/2010)



O vento que sopra pela janela
O cascalho na porta da frente
O sol entre os eucaliptos
A chuva que molha o asfalto
O colorido marcando o horizonte
A névoa que invade as manhãs
Os pequenos fachos de luz
Um céu perfeitamente azul
Ou mesmo vestido todo de branco
A velha chaminé que permanece
Antigas casas que resistem
Um rio que corre despercebido
As folhas que caem pelo chão
As flores que brotam do concreto
O canto que anuncia o dia
O manto que traz a noite
Com algumas raras estrelas
E uma única rainha
São sutilezas em minha alma
Que amanhecerão novamente

Ass: Danilo Mendonça Martinho

Um comentário em ““Sinestesia” (08/06/2010)

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