“Sobre bancos vazios”

Toda vez que o vejo enquanto estou admirando alguma nova paisagem penso no tempo, penso nas histórias, penso em quem não te notou, naqueles que só posaram para uma foto e os que fizeram de você um companheiro. Fosse para lamentar as dores, contemplar a natureza, compartilhar um silêncio, agradecer uma conquista. Parado, estático, inerte. Muitos não lhe dão o devido crédito dos momentos de apoio, de descanso, de conselhos. Este hiato de vida, uma parada na alma, a ponderação do caminho. Você é esse lugar no meio, permanente e eterno. Então confio a ti um pouco do que sou, deixo em ti um sentimento, faço de tua imagem uma memória, para aqueles olhares que enxergam as coisas do vazio.

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