“O três e o um” (17/10/2017)

O um que vem depois do zero não se compara com o nove que veio antes. Ao mesmo tempo o passado solidificado nesses números não te preparam para o abismo adiante. São bobagens de um escritor, são aflições humanas, são conceitos sociais, é a idade. A perspectiva da falta de conhecimento, falta de controle, distância do sonho. Meu suspiro é pouco, minha alma é profunda, por isso meu silêncio. As frestas entre esses números ainda precisam ser preenchidas.

Ass: Danilo Mendonça Martinho

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