“Cataratas” (25/04/2011)

Uma queda por tua beleza
Um abismo natural
Um degrau sem esperança
A tua morte na beira da vida
A tua força invencível
A tua desconsideração pelo humano
Essa fuga de qualquer lógica
Essa liberdade sem controle
Essa tua alma…
És imensidão sem verso
Como todo sentimento
Um rio a procura de mar.

Ass: Danilo Mendonça Martinho

8 comentários em ““Cataratas” (25/04/2011)

  1. Como conseguimos ser tão vulneráveis, ao mesmo tempo que tão fortes. Somos humanos, é claro, mas ser humano é ser divino também.Bom findi poeta!BeijosPS: Já esta na hora de devolver as asas?

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